Ligando os pontos: MSF, a odisseia

Desde que descobri sobre a Exposição Campo de Refugiados do Médicos Sem Fronteiras aqui em Belo Horizonte, me propus a visitar… e a partir daí aquela busquinha básica no Google Maps pra saber como chegar lá sem um carro.

Pra chegar é o 64, só que não.
Pra chegar é o 64, só que não.

O primeiro desafio foi descobrir onde fica o Parque Ecológico da Pampulha... Umas 2 horas depois de muito analisar o Google Maps e o app Ônibus BH, estabeleci minha rota utilizando os ônibus SC04 e 64, e em qual ponto deveria descer…

Quando peguei o segundo ônibus(64), não foi pequena a surpresa quando a cobradora me informou que o ônibus não tinha um ponto próximo ao Parque, somente no Mineirão. Mas sempre existe uma pessoa no lugar certo nessas horas, e foi graças a Janaína, que estava do meu lado durante o trajeto, que mudei de última hora a estratégia… Descer do 64 e pegar o 3302 no ponto do Shopping Del Rey. Logo logo o ônibus passou, e viva! Desci bem ali.. não sabia onde estava, nem como chegar ao parque.. Vi ao longe uma plaquinha “Portaria 2 – Parque Ecológico da Pampulha”. Vixx…. Portaria 2? Aposto que eu deveria entrar na Portaria 1, pensei.

Caminhei até o porteiro, e perguntei “Acho que estou na portaria errada, estou procurando a exposição do Médicos Sem Fronteiras”. Para o meu alívio, ele disse “Não, é aqui mesmo, pode entrar por aqui!”

Ufa, cheguei! E mais do que isso, faltavam apenas 15 minutos para o término da exposição, não obstante, fui super bem atendida pelos expositores, que tiveram toda a paciência para me dar uma explicação VIP sobre o Campo de Refugiados. Além de ser bastante realista, a explicação foi também instrutiva. Descobri que existe teste rápido para malária assim como o de HIV aqui no Brasil, aprendi sobre a questão sanitária dos acampamentos, a rotina dos profissionais, e a importância de todas as pessoas que realizam doações regulares ao MSF. Os doadores privados correspondes a 80% de toda a verba arrecadada por MSF.

 

Yupi!
Estande com as fotos dos refugiados.

De quebra, no final da visita, ainda não precisei de passar por toda a odisseia na volta para casa, ganhei uma caroninha básica até pertinho do meu bairro! Obrigada Alexandre pela carona, e a Mariana, Michel, Socorro e os demais, que não perguntei o nome! Vocês contribuíram para me motivar ainda mais a perseguir o meu ideal de um dia também fazer parte dessa equipe! Parabéns pelo maravilhoso trabalho que fazem, apesar de todas as privações e dificuldades diárias.

Caroninha básica!
Caroninha básica!

Quem ainda não visitou a exposição, ainda dá, hein? Fica em BH até dia 4 de maio.

Equipe MSF
Até a próxima!
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